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E agora? Consigo fazer enxoval do meu bebê on-line?



Esse período de pandemia tem sido especialmente desafiador para as mulheres grávidas.


Já não bastasse todas as mudanças no corpo e as incertezas que acompanham a gestação, elas ainda estão precisando se virar nos 30 para fazer enxoval sem sair de casa.


Mas será que fazer o enxoval on-line é tão difícil assim?



Batemos um papo com a fundadora da Ops! Cresci - Natalia Mennocchi – que também passou por essa situação, bem antes de existir o novo Coronavirus.


Por conta da gestação gemelar, ela teve que desacelerar a partir da 26ª semana e passou

mais de 90 dias em repouso absoluto. O jeito foi recorrer à Internet para conseguir deixar tudo pronto para a chegada das meninas. Ela acabou se tornando uma especialista no assunto e compartilhou algumas dicas importantes.


Por onde começar?

O primeiro passo, assim como no enxoval presencial, é definir uma lista de produtos. Além das listas disponíveis na Internet (e também nesse post da Ops!), vale a pena conversar com amigas que tiveram filhos recentemente para saber se todos os itens realmente são usados no dia a dia. O mercado de produtos infantis lança produtos constantemente, mas nem todos eles são realmente essenciais.


Uma vez definida a lista, o próximo passo é pesquisar as lojas. Se você não for fazer compras apenas em lojas de marcas conhecidas/famosas, investigue a reputação das lojas no Reclame Aqui e nas redes sociais. “É importante lembrar que um site bonito não significa, necessariamente, que a loja é confiável. Eu recomendo entrar nas redes sociais e ler os comentários feitos por outras mães”, explica Natalia.

Novo ou usado?

A tendência das mães de primeira viagem é querer comprar tudo novo. No entanto, quem tem filho sabe que o bebê cresce muito rápido e, muitas vezes, não usa tudo o que foi comprado. Um estudo mostra que os bebês usam, em média 3 vezes uma roupa. Já aquelas que são consideradas “para passear” são usadas em média apenas 1 vez! Por isso, adquirir produtos seminovos acaba sendo uma excelente forma de economizar e, ainda assim, ter tudo aquilo que gostaria.


Não há regra em relação a quais os produtos que podem ser comprados de segunda mão. “Eu recomendo que a mãe compre tudo aquilo que estiver disponível e em boas condições, desde roupas até o carrinho”, diz Natalia.


Um dos itens usados que poucas mães pensam em comprar, por exemplo, é o macacão de maternidade. Como ele é usado apenas na maternidade e em poucas visitas, acaba ficando em estado de novo. O mesmo acontece com as demais roupinhas do recém-nascido. Existem mães que compram muitos macacões e roupinhas RN, mas nessa fase não é aconselhável sair com o bebê, ou seja, usamos as roupinhas mais básicas para ficar em casa e aquelas lindas de passear ficam perdidas no armário. Isso sem contar quando o bebê nasce já grandinho e com 1 mês já usa tamanhos maiores!

Mas e o frete?

O grande vilão das compras on-line acaba sendo o frete. A vantagem é que, sem sair de casa, você consegue comparar preços em diversos locais. Por isso, faça as contas e tente concentrar os pedidos em poucas lojas. Verifique também aquelas que ofereçam frete grátis a partir de determinado valor ou então as que permitam fazer a compra on-line com retirada na loja.

Da para ter uma experiência de compra tão boa?

Toda mãe tem aquela vontade de ir até a loja, tocar nas roupinhas, sentir o cheirinho e escolher o que vai levar. “Eu acabei trocando essa experiência pela expectativa de receber as compras em casa e foi ótimo”, conta Natalia. A cada encomenda que vai chegando em casa é uma nova surpresa, com a sensação parecida de quando ganhamos um presente!


Além disso, os e-commerces estão cada vez mais profissionais e investindo na experiência do cliente. Muitos oferecem tabelas de tamanhos e atendimento virtual para tirar dúvidas. Com o período de pandemia o período de devolução dos produtos comprados online também foi expandido. Por isso, não há motivo para ter receio.

Quero Carter’s! Como fazer com a alta do dólar?

Com a alta do dólar, as marcas queridinhas das brasileiras - como Carter´s, Tommy e Polo – ficaram menos acessíveis, mesmo para quem compra direto dos EUA. Uma boa alternativa para as mães que, ainda assim, querem fazer o enxoval com produtos importados é optar pelos seminovos em boas condições.


Estima-se que os brasileiros gastam, em média, R$18 mil no enxoval do primeiro ano do bebê. Quem é pai sabe que as crianças crescem muito rápido e, muitas vezes, nem chegam a usar aquilo que foi comprado. Por isso, as roupinhas de bebê acabam sendo vendidas praticamente sem uso e muito bem conservadas. “É possível economizar mais de 50% ao optar por itens seminovos. Um macacão usado da Carter´s, por exemplo, pode ser comprado por menos de R$ 40, enquanto um novo comprado em lojas fast fashion, no Brasil, custa R$ 100,00”, ressalta Natalia.

Enxoval após a pandemia

É importante lembrar que, independentemente da pandemia, nem sempre fazer compras presencialmente é algo tão simples. Muitas gestantes ficam inchadas, com dificuldade de mobilidade e precisam ir ao banheiro várias vezes, o que acaba tornando a experiência bastante cansativa.


Por isso, mesmo após a pandemia, o enxoval on-line segue sendo uma opção prática e muito recomendada :-)




Fonte: Natalia Mennocchi - Fundadora Ops! Cresci

Redação: Eliene Costa, Mariana Bicalho

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