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Importância da amizade na vida das crianças


Os amigos fazem com que nossas vidas sejam mais felizes, completas e, até mesmo, mais longas.


Isso mesmo! Há estudos que mostram que os laços de amizade são tão importantes que podem aumentar o nosso tempo de vida.


Mas quando as crianças começam a estabelecer vínculos de amizade e como os pais podem incentivá-los?




Neste período de pandemia e isolamento social ficou evidente o quanto as crianças sentem falta de seus amiguinhos da escola. Para elas, a falta de convívio diário tem sido muito mais sentida do que para os adultos. De acordo com o psicólogo Damião Silva, a partir dos 3 anos de idade começam a surgir os primeiros amigos e colegas que farão a diferença na vida dos pequenos.


Os pais e cuidadores podem e devem promover os encontros entre as crianças para que possam interagir e brincar. “A convivência com amigos traz inúmeros benefícios. As crianças aprendem a compartilhar brinquedos, sentimentos, criar empatia, respeitar as diferenças, colaborar e, acima de tudo, passam a se perceber como indivíduos diferentes”, explica Damião.


Conforme a criança cresce, o repertório de habilidades sociais muda e os critérios para fazer ou manter amizades também. O importante é que ela saiba e reconheça a importância de ter e ser um bom amigo. E o papel do adulto é facilitar essas aproximações e só intervir quando for necessário.


E quando a criança não faz amizades?


Algumas crianças podem apresentar um pouco mais de dificuldade para fazer amizades. O especialista explica que é importante observar o nível de maturidade, problemas comportamentais, falta de limites, dificuldades físicas, dificuldades de comunicação, problemas de hiperatividade e déficit de atenção. Além disso, é importante entender se a criança é tímida ou isolada, porque a criança isolada poderá precisar de apoio da família, da escola e, em alguns casos, de um psicólogo.


Crianças com superdotação ou que sofrem bullying também podem apresentar dificuldades em fazer amizades. É importante identificar estes casos e agir o quanto antes para que essas crianças possam desenvolver as habilidades sociais.


E como agir na volta às aulas?


Para a volta às aulas após o isolamento social, os pais precisarão conversar muito com as crianças e prepará-las para uma nova realidade, em que os abraços e brincadeiras de contato não serão permitidos. O psicólogo reforça que é importante acolher a demanda emocional causada pelo distanciamento, entendendo que muitas crianças ficarão ansiosas ou agressivas. E muitas vezes precisarão de apoio psicológico para retomarem suas atividades e rotinas.



Fonte: Dr. Damião Silva - psicólogo (@danpsicologo)

Redação: Eliene Costa

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