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Ops, cresceu! Devo guardar, doar ou vender?


Todo mundo avisa: crianças perdem as roupas muito rápido. Mesmo assim, a mãe de primeira viagem acaba não resistindo e, na maioria das vezes, compra muito mais do que precisava.


E o que acontece? O bebê cresce rápido, muitas vezes sem vestir algumas das peças que foram compradas. Então o que fazer com todas aquelas roupas que já não servem mais?


Guardar, doar ou vender?


Guardar

Se você pensa em ter outro bebê (e tem espaço em casa), talvez considere guardar as roupinhas. Isso realmente é uma boa opção, uma vez que evita ter grandes gastos com enxoval. Porém, devem ser levados em consideração dois importantes pontos: quando pretende ter outro filho e se o sexo do bebê será o mesmo.


“Mas como prever isso, meu Deus?!”


Realmente não há previsão exata, mas existem algumas dicas preciosas para apoiá-la nessa seleção.

  1. Sempre guarde as roupas limpas e, preferencialmente, dentro daqueles sacos com fechamento a vácuo. Se tiver aqueles saquinhos de “silicone gel” melhor ainda. Isso evitará que amarelem ou mofem e fiquem com cheiro forte.

  2. Procure manter apenas as peças que sejam atemporais. Afinal, você não sabe se quando nascer o próximo bebê estará ainda “na moda” tudo o que foi usado pelo primeiro.

  3. Mantenha aquelas peças coringa unissex, pois mesmo que você tenha um menino e acabe engravidando de uma menina, muitas peças de bebê podem ser usadas pelos dois gêneros.

Se você não pretende ter mais filhos, pode optar por guardar somente uma lembrança, que tenha um valor sentimental. Neste caso, há diversas opções de como eternizá-las:


Emoldurar as peças: você pode optar por colocar roupinhas, foto do pezinho, teste de gravidez e outras lembranças em uma moldura e pendurar no quarto do seu filho.



Caixinha de recordações: você pode selecionar suas peças favoritas e criar uma caixa de recordações para que você possa sempre tocar as roupinhas e se lembrar de quando o seu filhote era pequeno.




Gráfico dos sapatos: você pode criar um quadro com os sapatinhos preferidos e colocar com quantos meses seu filho usou cada um deles.




Metalização de sapatinhos e chupetas: você pode metalizar os sapatinhos e chupetas de seu bebê em bronze antigo, bronze brilhante e níquel (prateado).





Ursinhos de pelúcia: você pode transformar a roupinha preferida do seu filho em um bichinho de pelúcia.






Doar

Há muitos anos existe o hábito de repassar, dentro da própria família, as roupinhas que já não servem e estão em boa qualidade. Como os bebês acabam usando as peças poucas vezes, elas são repassadas praticamente novas. É legal ver os priminhos vestindo a mesma roupinha, talvez uma forma de lembrar do seu filho quando era mais novo, como ele ficava fofo usando também.

Porém, as famílias vêm diminuindo de tamanho nos últimos tempos e, em muitos casos, não há para quem repassar os itens. Uma boa opção é doar para instituições de caridade ou pessoas com menos condições financeiras. Veja algumas regrinhas básicas para fazer o seu gesto solidário:

  • Busque em sua cidade entidades ou pastorais que recebam os itens. Entre em contato para verificar quais as necessidades. Nem sempre aquilo que você quer doar é o que precisam ;)

  • É importante lembrar que doação não é descarte. Você só deve doar aquilo que está em boas condições de uso.

  • Faça a triagem de todas as peças de acordo com tamanho e demandas identificadas.

  • Quando for doar, lave as peças e entregue tudo cheiroso e limpinho. É uma atitude de carinho e respeito com quem vai receber.

  • Certifique-se de mandar as doações para entidades responsáveis, ou seja, que darão destinação adequada para os ítens e ajudarão quem realmente precisa.


Vender

Sabemos que criar um filho é caro e que as despesas parecem não acabar. Ao mesmo tempo que as roupas param de servir, você precisa repor o guarda-roupa. Por isso, não há nada de errado em vender as roupas que já não servem e fazer um dinheiro extra.


Essa prática ainda é pouco explorada no Brasil, quando comparamos a países desenvolvidos na Europa, ou nos Estados Unidos.


Nesses locais, são muito comuns as “garage sales”, quando as pessoas colocam a venda (normalmente na porta de suas garagens) diversos produtos que não utilizam mais a preços excelentes.


Ao vender um produto usado, além de desocupar espaço em casa, é possível recuperar até 60% do valor do investimento inicial. Por exemplo, uma roupinha que custou 100 reais pode facilmente ser vendida por 60 reais caso esteja em perfeito estado.


O dinheiro da venda pode servir para comprar novos produtos para seu filho, pode ser guardado para um presente ou viagem em família, pode ser doado para uma instituição (sim, não precisamos doar apenas objetos!), ou apenas complementar a renda familiar.


Lembre-se que, ao vender peças de boas marcas em boas condições, você também está apoiando outras famílias que não poderiam adquirir uma peça de determinada marca, por conta do custo.

“Mas preciso escolher entre uma das opções?”


De forma alguma! Uma mesma pessoa pode optar pelos três caminhos, vendendo os produtos, doando outros (ou o dinheiro arrecadado com a venda) e guardando algumas lembranças.


Envolva sempre as crianças nesse processo, dessa forma elas terão prazer em realizar o desapego e também aprenderão uma ótima lição de vida!


O mais importante é fazer circular as peças, seja utilizando o enxoval com seu próximo filho, com um amiguinho, com uma criança carente ou outra família. Só não vale deixar parado no armário para mofar e ter que descartar, combinado?!





Redação: Mariana Bicalho e Eliene Costa

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