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Quando nasce uma mãe, nasce também um pai.


Passada a comemoração do dia dos pais, vale visitar esse tema. Afinal, o dia dos pais não seria, assim como o das mães, todos os dias?!


É comum pensarmos na estreita relação entre mãe e filho que começa ainda dentro da barriga, mas dificilmente imaginamos que é também neste momento que o pai passa a existir.


Ainda que não tenha a conexão física, ele já pode e deve iniciar sua relação com o filho antes do nascimento.


Por uma questão histórica, devido aos papéis exercidos por homens e mulheres na sociedade, existe uma tendência a associar a mãe ao papel afetivo e o pai ao papel de provedor.


No entanto, o mundo mudou e a composição das famílias também. Atualmente, as mulheres são responsáveis pela renda familiar de quase metade das casas brasileiras e cabe aos pais muito mais que levar dinheiro para casa.


O pai é o primeiro contato da criança com um mundo novo, que vai além da mãe.


Por isso, ele tem um primeiro papel de oferecer segurança para que o filho possa explorar coisas novas. Um pai participativo é mais que uma companhia para partidas de futebol, ele contribui para o desenvolvimento social, emocional e cognitivo dos filhos.


De acordo com a Dra. Natasha Slhessarenko, pediatra e diretora médica do Alta Diagnósticos, as funções maternas e paternas não são diferentes, são complementares. “O papel do pai evoluiu e continua evoluindo devido às transformações culturais, sociais e familiares”, explica.


Embora ainda existam muitos pais que exercem a função apenas no papel, o pai moderno é mais participativo, presente e preocupado com o desenvolvimento dos filhos. E esse protagonismo deve partir do próprio pai. É ele que deve entender sua importância e assumir um lugar na vida dos filhos.


“Os pais são importantes em todas as etapas, não apenas na infância. Em cada fase da vida de um filho existem questões em que a participação do pai é importante”, ressalta a especialista.


A médica explica, ainda, que os papéis de pai e mãe estão descolados do gênero. Ao contrário do que muitos imaginam, mulheres podem exercer o papel paterno e homens, o materno. Muitas vezes, inclusive, uma mesma pessoa pode exercer os dois papéis :)



Fonte: Natasha Slhessarenko, pediatra e diretora médica do Alta Diagnósticos (@altadiagnosticos)

Redação: Eliene Costa


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