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Sete dicas para evitar o estresse nas crianças


Não sei vocês, mas esse período de isolamento social fez com que passasse a existir um clima mais tenso nas relações em casa.


Optei por manter uma rotina adequada e passei a incluir mais minha filha nas atividades de casa nesse período.

Mas confesso que somente essas duas ações ainda não tinham sido suficientes para acabar com o estresse gerado pela quarentena.



Diante disso, resolvi buscar alternativas e me deparei com as propostas feitas pelo canal Tempo Junto em um de seus posts. Resolvi tentar e vou contar um pouco dessa experiência aqui :)


Rotinas que fortalecem laços em família

Toda mãe conhece o poder de uma boa rotina na criação dos filhos, visto que ela promove diretamente uma sensação de segurança necessária para que as crianças não fiquem irritadas e com os nervos à flor da pele!


Sempre busquei cumprir os horários e rotinas em casa, mas vi que na quarentena isso não foi o bastante. Estando em casa em família, passamos a também incluir na rotina algumas atividades que antes não eram possíveis, como tomarmos café e almoçarmos juntos, ficarmos alguns minutos a mais juntos na cama ao acordar, falando sobre o dia. Limitar TV ou celular com desenhos para alguns horários específicos, para que não se tornasse uma muleta (tanto para minha filha, quanto para nós!)


Explorar brincadeiras diferentes

Sinceramente, essa dica foi a mais difícil de fazer. Não somente pela disponibilidade de tempo (minha filha está numa fase que exige atenção integral), mas também pela dispersão devido à quantidade de brinquedos já disponíveis.


A alternativa que optamos em casa foi fazer um rodízio de brinquedos, guardando alguns que já não são considerados tão interessantes e apresentar outros que já estavam guardados há algum tempo. Além disso, optamos por incluir na lista brincadeiras com tintas, massinhas e materiais que já temos (cadernos, balões, etiquetas, rolo de papel) e também explorar a imaginação brincando de cozinhar, supermercado, médico etc.


Incentivar e incluir nas atividades de casa

Sempre busquei dar autonomia para minha filha e incluí-la nas atividades de alguma forma. Porém, com a necessidade de realizar as atividades com mais frequência na quarentena, isso se tornou muito mais constante nesse período.


Hoje, com 2 anos e meio, minha filha "ajuda" a arrumar a cama, abrir a cortina ao levantar, limpar o xixi e cocô da nossa cachorrinha, quebrar ovos para o café da manhã, lavar louças, guardar seus brinquedos (esse último com bastante insistência ainda, não nego).


A grande vantagem é que podemos fazer as atividades com mais calma, uma vez que não temos a correria de horários imposta pela rotina antiga, e isso é fundamental quando se quer incluir os filhos, visto que fazemos as coisas mais rapidamente sem eles e muitas vezes a bagunça fica maior que o normal. Inclusive já colocamos aqui no blog dicas de como envolver as crianças nessas atividades, já acessou?


Elogios nunca são demais

Já reparou o quanto são mais comuns críticas ao invés de elogios em nossas vidas? Um exemplo prático: tente listar 10 características boas que possui e também 10 pontos a melhorar. Garanto que a lista de melhorias será mais fácil de fazer...


Na rotina com as crianças muitas vezes ficamos diante dessa mesma dificuldade, ainda mais quando temos a todo tempo que chamar a atenção para algo que estejam fazendo errado. Uma das coisas que tenho procurado fazer é elogiar as atitudes e iniciativas, desde pequenos gestos.


Estimular atividades físicas

Pelo fato de estarem confinadas em casa e, na grande maioria, em apartamentos, as crianças estão deixando de realizar atividades que antes exigiam mais esforço físico, como brincar com amiguinhos na escola ou na rua, por exemplo. A energia, não sendo gasta, gera ansiedade e inquietude nos pequenos.


Pequenas ações como brincar de pique esconde pela casa, fazer circuitos com brinquedos ou dar uma volta na rua, ou em alguma praça ao ar livre são muito benéficas nesse período para evitar o estresse.


Estimular o convívio social (virtual)

Somos seres sociais, isso é fato. Creio que a maior dificuldade de nós, adultos, em enfrentarmos a quarentena é não poder conviver com pessoas que gostamos, fazendo coisas que gostamos. Isso não é diferente para as crianças. Observo que o convívio, mesmo que virtual, com amigos e parentes ajuda a dar aconchego, carinho e estimula a criação de vínculos. Nunca fizemos tantas ligações de vídeo como agora! E olha que moramos já há alguns anos longe da família.


Gentileza gera gentileza

Essa máxima também é válida para a relação parental. Seu filho aprende muito mais por suas atitudes do que por suas palavras. Não adianta querer que fale "obrigado(a)" se você não faz isso.


Ao tratarmos com respeito nossos filhos estamos dando uma lição muito maior do que podemos imaginar. Não trata-se de permissividade, mas de compreender os limites e dificuldades do outro. Trata-se de empatia, palavra da moda, mas que na criação deve ser aplicada com mais afinco. Afinal, que criança não faz birra? Essa é a única forma que conhecem de expressar suas frustrações e sentimentos que nem mesmo eles compreendem!


Não estou dizendo que é fácil e que em vários momentos eu não perca a paciência, mas sempre que busco enxergar a situação com o olhar de uma criança de 2 anos e meio (ou seja, tenho empatia), isso torna-se mais leve e me ajuda a pensar como a adulta da casa!


Agora me diga o que achou desse pequeno relato e aproveite para contar pra gente como você tem enfrentado esse período de isolamento. Já experimentou alguma dessas dicas?



Fonte: Tempo Junto (@tempojunto)

Redação: Mariana Bicalho


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